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Fundada em 2014, Naked Nutrition desenvolveu-se com a ideia de oferecer suplementos com a composição mais clara possível. Na origem do projecto, o seu fundador Stephen Zieminski partiu da constatação de que muitos produtos acumulam ingredientes cujo interesse nutricional é por vezes secundário.
A marca reivindica assim uma abordagem centrada na transparência. Sem OGM, sem glúten, sem açúcares adicionados, nem soja: a filosofia da Naked Nutrition assenta em formulações depuradas. Uma lógica que se encontra na sua creatina monohidratada micronizada.
A creatina, o suplemento de referência em nutrição desportiva
A creatina não é uma molécula “artificial” resultante da nutrição desportiva. Trata-se antes de mais de uma substância naturalmente produzida pelo organismo a partir de certos aminoácidos. Encontra-se também em pequenas quantidades em alimentos como a carne ou o peixe.
O seu papel no organismo está bem documentado: intervém na regeneração do ATP (adenosina trifosfato), principal fonte de energia utilizada pelos músculos em esforços curtos e intensos. De forma mais simples, intervém nas fases de explosividade muscular, como os sprints ou as séries curtas em musculação.
Ao aumentar as reservas de fosfocreatina no músculo, a suplementação com creatina permite suportar a produção de energia nesses esforços repetidos.
Trata-se, aliás, de um dos raros suplementos alimentares que beneficiam de uma alegação de saúde autorizada a nível europeu. Com base num parecer científico favorável da EFSA, a Comissão Europeia reconhece que uma ingestão diária de 3 g de creatina monohidratada pode contribuir para melhorar o desempenho físico durante exercícios sucessivos de curta duração e de elevada intensidade (Regulamento UE n.º 432/2012).
Uma fórmula reduzida ao essencial
A creatina proposta pela Naked Nutrition distingue-se pela sua simplicidade: apenas um ingrediente, a creatina monohidratada. Não é adicionado qualquer aroma, edulcorante ou aditivo. Esta decisão inscreve-se plenamente na vontade da marca de manter produtos o mais “brutos” e legíveis possível, sem transformação desnecessária da matéria-prima.
A dose diária recomendada pela Naked Nutrition atinge os 3 g de creatina monohidratada, em conformidade com as condições de utilização da alegação autorizada.

Micronização para melhorar a utilização
A creatina monohidratada continua hoje a ser a forma de referência, a mais estudada e a melhor documentada cientificamente. Uma escolha lógica para a Naked Nutrition, que aqui se baseia nos dados disponíveis. A marca destaca igualmente o processo de micronização, que consiste em reduzir o tamanho das partículas de creatina monohidratada de modo a melhorar a sua solubilidade nos líquidos.
Do ponto de vista científico, não foi demonstrada qualquer diferença significativa em termos de desempenho entre as diferentes formas de creatina monohidratada. Em contrapartida, a micronização melhoraria a dissolução na água e facilitaria o conforto de toma.
A qualidade das matérias‑primas: um desafio central
Tal como para qualquer suplemento alimentar, a qualidade da matéria‑prima constitui um desafio importante. Para a sua creatina micronizada, a Naked Nutrition indica estar sujeita a controlos realizados por laboratórios independentes, nomeadamente para verificar a ausência de contaminantes como os metais pesados.
A matéria‑prima é produzida na Bélgica, em instalações conformes com os padrões europeus de fabrico, o que é frequentemente associado a elevados padrões de qualidade e de segurança.
Num mercado que destaca os complexos de ativos, a Naked Nutrition segue contra a corrente: regressar a uma base simples, centrada num único ingrediente bem documentado. Com a sua creatina monohidratada micronizada, encontramos uma formulação simples, sem adições supérfluas, com atenção à qualidade e às condições de fabrico.

